Seguindo em Frente…

•Dezembro 6, 2009 • Deixe um comentário

Seguir em frente é uma das atitudes mais essenciais e importantes para nós humanos, mas nem sempre é fácil.

Ninguém se lembra do primeiro passo, do primeiro engatinhar, da primeira vez que escrevemos nosso nome, não foi fácil, mas hoje sabemos que embora simples foram fundamentais para sermos o que somos hoje.

E embora hoje pareçam simples,  a sua época esses eram fatos complicados e importantíssimos, precisamos ter coragem e determinação para vencer cada uma dessas etapas.

E aliados a tais dificuldades, ao menos para mim, me parece que não gostamos de mudanças, muito pelo contrário, veja nosso estilo de vida e compare com o de nossos antepassados, hoje moramos em cidades, em casas, de forma que tudo seja o mais estável possível, tememos grandes mudanças, perdas, novos caminhos, buscamos essa tão sonhada estabilidade.

Certa vez, ouvi uma história de um rapaz que quando perguntado com qual objeto ele gostaria de ser comparado respondeu de pronto que seria com um transatlântico gigantesco, afinal assim poderia enfrentar qualquer adversidade tranquilamente, na maior estabilidade possível.

Recentemente me encontrei com esse rapaz, que continuava buscando ser um transatlântico imponente, grande, estável, que poderia percorrer o mundo (ou a vida) sem abalos, contudo o alertei para o fato de que para ser um navio desse porte, é necessário se manter em alto mar sempre, vivendo dessa forma podemos percorrer o mundo, mas jamais o conheceremos de fato, seremos como um grande navio de cruzeiro que jamais conseguirá chegar até aquela praia paradisíaca de areias brancas, jamais faremos algo além de flutuar por águas profundas, nunca saberemos as preciosidades perdidas.

Assim por vezes é necessário mudar tudo, arriscar, deixar de sermos esse transatlântico e nos tornarmos pequenas embarcações, cientes de nossa pequenez, vivendo a realidade que está diante de nós.

Avançar é necessário, milhares de portugueses morreram no mar salgado para que a América pudesse ser “descoberta”, séculos depois, imigrantes vieram para cá e hoje contam histórias incríveis, nem sempre a história pode ter um final sensacional, mas é uma história, linda e diferente, única, e que só existiu porque seus intérpretes tomaram uma posição.

Em nossas vidas é assim, por vezes é necessário prosseguir, mesmo que momentaneamente doa demais, contudo não seguir em frente vai doer muito mais no futuro, muito mais.

É isso,

Grande Abraço a Todos.

Bruno Padilha

A Pinacoteca e nossas vidas…

•Dezembro 2, 2009 • Deixe um comentário

Na vida nem tudo é como planejamos, por vezes as coisas que deveriam acontecer não ocorrem, outras não previstas nos surpreendem, mas tudo contribui para a conclusão dessa obra única, que deve ser nossa vida.

Um dos maiores exemplos físicos de tal fato é a Pinacoteca em São Paulo (www.pinacoteca.org.br, ingressos a míseros R$6,00), aquele singular edifício de tijolos aparentes ali na Av. Tiradentes, região central da cidade.

Aquele prédio, belo, importante, imponente, também não era para ser daquela forma, sem acabamento, com os tijolos todos à mostra, ocorre que durante a obra, o dinheiro acabou, e quando conseguiram o valor para acabar o edifício, para dar o reboque final e os devidos acabamentos, perceberam que a grande obra de arte era o trabalho do assentamento dos tijolos, e não fazia sentido algum esconder tudo aquilo por trás de um reboque, ainda que deveras bem feito.

E assim é nossa vida, passamos anos esperando um acabamento final, ansiosos por um reboque e uma tinta bonita, e assim acabamos por esquecer que a verdadeira obra de arte é sermos quem exatamente somos, procuramos todas as formas possíveis para esconder nossa real estrutura, nossa real face, com tanto afinco que por deveras vezes não entendemos que o belo é exatamente isso, que o maravilhoso é assim diferente, talvez até mesmo constrangedor, mas real, puro e simples como as palavras de uma criança.

Sem dúvida não planejaram a Pinacoteca assim, sem dúvida tem muitas coisas na sua vida que você também não planejou da forma que aconteceram, mas eu digo que a graça é fazer o melhor com o que se tem, e não somente chorar pelo que esperamos.

E por mais pueril que seja o texto, por mais que seus problemas pareçam ser maiores que o edifício da Pinacoteca, lembre-se, tem de existir uma saída, e por vezes a melhor de todas é aquela mais improvável, ela pode estar muito mais perto do que você imagina, talvez um simples “me perdoe” (e às vezes isso parece ser dorido demais, mas não é), mude toda sua história, já pensou? Talvez seus próximos 10, 20, 30 ou 50 anos possam ser surpreendentemente melhores, só porque você teve a postura correta por míseros 5 minutos… (sério demais isso)

Talvez você possa estar por anos e anos, tentando concluir algo lá do passado, talvez você lute contra tudo o todos, com todas as suas forças, da mesma forma que os responsáveis tentaram terminar o prédio, mas às vezes não percebemos que a real felicidade pode estar naquilo que éramos lá atrás, muito mais simples, tão simples como simplesmente não rebocar a linda Pinacoteca.

Um grande amigo diria, pense nisso…

É isso.

Grande Abraço a todos,

Bruno Padilha

5000 dias…

•Novembro 28, 2009 • 1 Comentário

 Oswaldo Montenegro, em sua música “A Lista” nos leva a refletir em como as coisas mudam em 10 anos, nos demonstra que nesse período de tempo, pessoas vem e vão, amigos surgem e desaparecem, coisas que eram urgentes e importantíssimas caem no esquecimento.

Se isso tudo isso pode acontecer em 3.650 dias imagine se colocarmos mais 1.350 a fim de chegarmos em 5.000?

Embora se comparado a eternidade isso é um sopro, para nós humanos é muito tempo,quase essa mesma eternidade se compararmos aos padrões de velocidade dessa sociedade fria e imediatista da qual fazemos parte.

Faça você um balanço, e pense, o quanto sua vida mudou nesses últimos 5000 dias? (há 5.000 dias estávamos no longínquo ano de 1996)

Além de envelhecer (claro), comigo quase tudo mudou, amores vieram e se foram, locais, casas, conhecimentos, trabalho, enfim a prova real de que por mais que possamos tentar, não temos real controle sobre quase nada.

Mas se é assim, então o que nos resta? Não ter controle não significa que não devamos agir, mas sim nos agarrar as reais possibilidades que nos cercam, porque se não o fizermos mais 5.000 dias se passarão, e ao invés de decidir, inconscientemente deixaremos que decidam por nós.

E… uma das coisas mais lindas da vida humana é que embora possam ter se passado 10, 100, 500, 5.000 ou 10.000 dias, uma história nova sempre pode ser criada, é possível corrigir os erros, a vida vai renovando as oportunidades, e se você realmente querer, se posicionar, correr atrás, as oportunidades podem voltar,e se não, novas certamente aparecerão.

Pode ter acontecido uma devastação total em você, com você, mas assim como na natureza, se você der tempo (e se empenhar um tiquinho ao menos) ali a vida pode voltar.

Por isso não deixe de agir, o “quase” é insuportável o “talvez” é um inimigo mortal de nossas almas, de nossa moral e de nossa estima, errar é humano e natural, corrigir o erro é mais humano, mais fantástico, mais sensacional, e por mais duro que pareça ser, é sempre tempo de renascer, de fazer algo novo de voltar a brilhar.

É isso.

Grande abraço a todos,

Bruno Padilha

Nossas Verdadeiras Cores…

•Novembro 28, 2009 • Deixe um comentário

Nossas Verdadadeiras Cores…

Qual é a sua verdadeira cor?

O que, de verdade está no seu seu mais profundo íntimo e realmente revela o que, ou quem você é?

Engraçado isso, porque em uma sociedade tão cheia de formas, onde “precisamos” nos padronizar, nos esconder, muitas vezes vamos nos tornando cinzas, opacos e sem cor.

Isso é triste, muito triste, e por mais que seja conveniente, cabe a cada um de nós não deixar isso acontecer, pois nossas cores originais, podem ser “esquisitas” mas demonstram, em uma perfeita e plena pureza, o que realmente somos.

Você que lê essas linhas saiba, podem ter se passado 10, 11, 12, 13, 50 anos, não deixe que esse “cinza” que nos cerca transforme o que existe de melhor em você, não é para ser assim.

Você pode ter errado, ter se transformado em um ser bem pior do que imaginava, mas acredite, as suas cores reais estão aí em você, talvez para isso seja necessário em bom banho, um pedido ou uma liberação de perdão, um esclarecimento de algo que há muito está aí escondido, pense, reflita, você pode encontrar…

Depois de um tempo longo… o blog renasce, obrigado a todos que sempre estiveram por aqui, vou encerrando este post, com Cindy Lauper em “True Colors”.

É isso.

Grande abraço a todos.

Bruno Padilha

A tecnologia destrói o romantismo?

•Agosto 8, 2008 • 2 Comentários

Outro dia resolvi descer a Serra do Mar, até aí nada de anormal se não fosse a forma escolhida: a pé pelas curvas da estrada velha, isso mesmo, a pé pela boa, velha e resistente “Caminho do Mar”.

 

No início parecia apenas uma aventura um tanto quanto adolescente, mas durante o caminho toda a expectativa foi se transformando e além da exuberante beleza da serra os pensamentos me levaram para o tema de hoje que eu venho a explicar abaixo.

 

Depois de rodar pela Anchieta, segue-se as placas para a Estrada Velha. Nesse momento já se percebe que algo mudou, os caminhões somem, a alta velocidade fica no passado, a presença da represa e a paisagem tranqüilizam o pé direito.

 

A pista é simples e as pontes estreitas mas a paisagem é inebriante, ciclistas e pedestres são a grande maioria nesse trecho, nem parece que pertinho dali carretas de soja disputam um lugar no asfalto, sendo que passados apenas 10 kilometros do distante trevo da Anchieta, encontra-se uma cancela, desse ponto em diante segue-se a pé.

 

E após um pequeno e bucólico trecho de planalto inicia-se a tão esperada “descida de serra”, a proximidade com a natureza é algo indescritível, respira-se história, as construções em pedra a beira do caminho são de perder a fala, as vistas são magníficas, observa-se alguns trechos do caminho original em que os tropeiros que subiam a serra, tudo perfeito.

 

E no meio desse caminho observando a Imigrantes bem longe foi inevitável conflitar o novo com o velho.

 

Ora hoje tem criança que acha que a praia é um bairro paulistano, afinal entramos no carro rodamos alguns minutos, passamos pelos túneis e pronto. Até chegar na casa do vovô que mora do outro lado da cidade é mais demorado. Sequer lembramos que menos de um século atrás as pessoas subiam por uma trilha na mata, com o desenvolvimento perdeu-se a história.

 

Tal como o casal de namorados que se correspondia por cartas e a cada envelope na caixa dos correios sentia o coração disparar, sendo que com as letras vinham aromas, lembranças, esperanças…

 

A facilidade de nos comunicarmos e encontrar quem está distante não pode permitir que os momentos juntos não sejam valorizados como eram antigamente, não podemos perder o sentido, e a alegria, que significa um encontro ou um reencontro.

 

Claro que os avanços tecnológicos são ótimos para a vida, mas quando isso começa a roubar e esquecer a história, quando o Google extermina museus e bibliotecas pela terra, quando o Ctrl C + Ctrl V rouba o conhecimento do aluno, quando o casal que mora próximo passa o dia no MSN e não se vêem, me pergunto se isso tudo vale a pena.

 

E embora na subida da volta, minhas pernas implorassem por um automóvel e pelos modernos túneis, garanto, não mudei minha idéia!

 

Grande Abraço!

 

 

 

 

 

A verdadeira cidade dos anjos

•Julho 29, 2008 • Deixe um comentário

Em “Cidade dos Anjos” Nicolas Cage e Meg Ryan, interpretam um triste, mas belíssimo e comovente filme, com locações lindas, trilha sonora fantástica e atuações deslumbrantes em um filme intitulado “Cidade dos Anjos” que nos faz pensar nesses incansáveis e belíssimos guardiões (pelo menos para quem acredita neles claro).

 

Mas hoje quero falar de outra cidade dos anjos, ou melhor, da verdadeira cidade dos anjos. Aquela que todos podem e deviam visitar, que está ali tão pertinho e pela maioria das pessoas tão esquecida.

 

O mais interessante é que ao freqüentar a cidade tornamo-nos anjos ainda que por alguns instantes, ganhamos o impressionante e maravilhoso poder de salvar vidas, não de forma escandalosa como no cinema mas de uma forma especial, que embora seja anônima é muito mágica e inesquecível.

 

Aqui somos presenteados com nova vida para o pai de família que devido ao stress precisou de um novo coração, com vida longa para crianças portadoras de leucemia, com sorrisos de filhos, pais, mães e amigos que não são nossos. Presenteados com inúmeros pores do sol que possivelmente sequer veremos, com amores que não serão nossos mas que só existirão por nossa causa.

 

E cada vez que venho para essa cidade volto com um dúbio sentimento no meu coração, primeiro feliz por ter sido um instrumento de prolongamento de vidas. Mas triste, e ultimamente muito triste em razão de ver quão poucas pessoas tem tido a preocupação com o semelhante que está ali tão próximo de si.

 

Escrevo hoje diretamente da fundação Pró-Sangue, e sinceramente não consigo compreender porque temos tão poucos anjos por aqui. Creio que talvez pelo fato das pessoas estarem preocupadas apenas em combater os “demônios” que as cercam o “anjo” que existe dentro de nós está sucumbindo e cada dia mais “atordoado” fazendo com que nos esqueçamos do bem, aniquilando sorrisos, famílias, amores, vidas.

 

Fica aqui o meu apelo e desabafo, por favor torne-se anjo por alguns minutos! Afinal falamos tanto do descaso governamental mas o pouco que poderíamos fazer e está ali,  grátis, ao nosso alcance temos deixado de lado. Lamentável.

 

Grande (e triste) abraço a todos.

 

Bruno Padilha

 

http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=2339810073265714193

 

 

Só lamento ser tão difícil beijar…

•Julho 16, 2008 • Deixe um comentário

Ás vezes tenho medo dos avanços tecnológicos. Os filmes e previsões deveras vezes trazem um futuro cruel, onde as máquinas se rebelarão contra os homens terão vontade própria e vão nos oprimir destruindo nossa existência.

Fico pensando, será que algum computador por engano vai lançar uma dezena de mísseis atômicos e o outro computador vai achar que é um ataque e responder imediatamente destruindo a humanidade? Será que as máquinas nos escravizarão como em Matrix? Será que o futuro da humanidade depende de Schwarzenegger voltar e nos defender dos exterminadores? Ou em uma visão bem mais simplista: será que se o Google não gostar do meu bloguinho ou de algo que eu fizer ele simplesmente me apaga de todos os registros possíveis?

Mas o que percebo, ao menos por enquanto é que os avanços tecnológicos são bons, ao menos tenho me divertido muito com eles, em especial com as novas salas de cinema 3D aqui em São Paulo. Amigos o que é aquilo? Fui com alguma expectativa, mas sem esperar algo tão revolucionário. Quem não foi deve poupar uns trocadinhos (muitos trocadinhos na verdade para pagar os absurdos R$25, inclusive as quartas feiras) e ir passar por essa experiência.

Ok! Ok! O filme 3D em cartaz não é lá essas coisas (Viagem ao Centro da Terra), tem grandes falhas de enredo e soluções mágicas – e bem forçadas - para os problemas que vão surgindo na trama, contudo os efeitos e as surpresas proporcionadas pelo ambiente 3D são inesquecíveis e surpreendentes.

Com todos esses argumentos passo a ficar um tanto quanto menos preocupado em relação ao futuro, afinal se a tecnologia melhora coisas simples como uma sessão de cinema, o que se dirá então do que está ocorrendo na medicina, na agricultura e nas comunicações? Por esse ponto de vista creio que o porvir não deve ser assim tão sombrio.

Assim incentivo a todos que puderem ir, que assistam tal filme, os efeitos de profundidade na tela e dos objetos saltando e passeando pela sala valem a ida ao cinema.

Os únicos “se não” são os óculos especiais, modernos mas bem grandes, e o tempinho que nossa vista (e neurônios) demoram para se acostumar a linguagem 3D, pequenos detalhes é verdade mas que fazem do beijo, esse ato tão perfeito de  praticar no escurinho do cinema, uma missão quase impossível.

Pensando bem… talvez o futuro não seja tão maravilhoso assim… rsrsrs

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Olá!

•Julho 8, 2008 • 2 Comentários

Com tanta concorrência nos dias atuais muitas vezes paramos e pensamos que é impossível começar algo novo, sair junto a milhares e milhões de pessoas e conseguir efetivamente realizar algo, nos escondemos nas velhas e famosas desculpas da falta de preparo, do preciso planejar mais, do com calma chegamos lá entre tantas outras coisas e esquecemos que o simples fato de estarmos vivos é um contra-senso a todos esses “conceitos”.

Ora o fato é claro e óbvio, um dia lá atrás todos foram um pequeno e minúsculo espermatozóide dentro do papai, e um dia sem mais nem menos somos expulsos daquela confortável reunião que fazíamos em sua bolsa escrotal para dentro da mamãe, ambiente hostil, jamais imaginado e vivido antes do qual acredito que não havíamos tido uma lição sequer – pelo menos eu não lembro de nada desse dia rsrs – em que só um daqueles 200/300 milhões sairia vencedor.

Caramba, 1 chance em 200 milhões? Nem a Mega Sena é tão difícil (1:50.063.860), ser concebido é 4 vezes mais difícil que ganhar na Mega e inacreditavelmente estamos aqui.

E estranho é perceber que pelas ruas ninguém (ou quase ninguém) percebe isso, esquecemos que a vida é 4 vezes mais difícil que a Mega Sena e a tratamos como se fosse um prêmio da Rifa da Tia Carmelita! Isso mesmo! Cuidamos dela como se fosse aquele Duralex amarelo que ganhamos na rifa, guardamos no fundo do armário e deixamos lá para nunca mais ser retirado.

Viver é mais que isso, muito mais, deve ser complexo, cheio de tentativas, acertos e erros, não chegue aos 70/80/90 pensando que se tivesse feito isso ou aquilo teria sido mais feliz. Realize, faça, aconteça, pode ser que no fim tudo o que você fez seja uma obra assim não tão bonita, mas é a sua obra, sua história, melhor algo esquisito ou feio que coisa nenhuma oras. No mínimo você será um anti exemplo para a história.

Viva em plenitude, HONRE os outros 200 milhões que não tiveram a mesma sorte que você.

Grande Abraço

Bruno Padilha

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